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APC manifesta preocupação com setor da construção em PG

Publicado originalmente em 31 de janeiro de 2021


A Associação Paranaense de Construtores (APC) se reuniu na manhã da quinta-feira (31), em Ponta Grossa, para discutir um problema sério que tem afetado o setor da construção civil no país: a falta de recursos para novos contratos do programa Minha Casa Minha Vida. A situação vem se desenrolando desde novembro do ano passado, quando foram esgotadas no país as reservas para o ano de 2018, impedindo o financiamento de novos contratos e a venda de casas com valores mais acessíveis.

Desde setembro o setor da construção já têm apresentado problemas com a escassez de dinheiro para os subsídios do programa, principalmente na faixa 1,5, que tem aportes maiores e juros anuais de 5%. Segundo Fabiano Gravena Carlin, diretor de Relacionamento Institucional da APC, a questão está sendo discutida em todo o Brasil por meio da Federação Nacional dos Pequenos Construtores (FENAPC). "Goiás é um dos estados que mais está sofrendo. Estamos tentando buscar juntos uma solução o mais rápido possível".

De acordo com o diretor, por conta da troca da presidência e das respectivas direções dos ministérios e da Caixa Econômica Federal, a pauta ainda não foi tratada com a nova gestão. Uma reunião chegou a ser marcada para que os empresários pudessem apresentar a situação para o novo ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Henrique Rigodanzo Canuto, mas o rompimento da barragem em Brumadinho (MG) adiou o encontro para as próximas semanas. "Acreditamos que o Governo ainda nem sabe da situação que estamos passando. Vamos montar uma frente de trabalho com deputados da nossa região e empresários para dialogar", explicou Gabriel Stallbaum, presidente da APC.

Caso não seja solucionado em breve, o problema deve impactar negativamente na atividade de pequenas empresas da construção civil, responsáveis por boa parte dos negócios na região dos Campos Gerais.

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